Menina Lahyza,
Você é delicada e suave como a brisa!
O mundo você está descobrindo,
O coração para o amor se abrindo.
Todos podem ver como você cresce
E nas notas do violino sua força transparece.
A musica e suas conquistas à amadurece,
De uma forma precoce.
Da infância está distante,
Agora é uma linda debutante.
Luciráquê
domingo, 28 de dezembro de 2014
sábado, 27 de dezembro de 2014
Magnetismo
Ah! Que magnetismo tem o mar!
E por ele se deixar levar...
A uma distancia onde
Não consiga mais voltar...
É como se apaixonar!
Depois do caminho percorrido,
Não há como se livrar
do cheiro de maresia
e do sorriso safado,
pelas areias do mar
provocado!
E pensar que o medo
do barulho estridente da quebrada
das ondas continha a vontade me arriscar
em mergulhar.
A correnteza do mar é incontrolável
Como nossos desejos e sentimentos,
E não nos permite desistir.
Luciráquê
sexta-feira, 26 de dezembro de 2014
Maria
Maria
Varria, varria
ria e ria
Maria tem a magia
e a alegria
de encantar a todos
com sua força e energia
pedala,
limpa,
estuda,
cozinha...
batalha Maria guerreira.
Para ficar com Maria,
tem que ser forte,
pois sua trajetória
é emocionante,
e por onde passa Eugenia
provoca ventania.
Luciráquê
Varria, varria
ria e ria
Maria tem a magia
e a alegria
de encantar a todos
com sua força e energia
pedala,
limpa,
estuda,
cozinha...
batalha Maria guerreira.
Para ficar com Maria,
tem que ser forte,
pois sua trajetória
é emocionante,
e por onde passa Eugenia
provoca ventania.
Luciráquê
domingo, 2 de novembro de 2014
Finados.
"Os mortos apenas morrem de fato quando ninguém mais se lembra deles. Enquanto eu lembrar de alguém, de seu nome, de que a pessoa foi e do que fez, ela continuará viva, ela continuará existindo dentro de nós."
Maria Poesia (21.09.2009)
Finados.
Protegemos nossa espécies, para que por meio delas possamos nos perpetuar, cabe às nossas e as próximas gerações o cultivo de nossas lembranças. é triste imaginar que isso pode não acontecer, que o reconhecimento de todo nosso esforço durante a trajetória de nossas vidas talvez não ocorra. Vê o descaso de uma geração em não seguir o caminho trilhado rumo à eternidade e que ignora o fato de sua existência ser possível graças às gerações passadas, nos remete a uma reflexão, um dia não só morreremos, mas seremos banidos e esquecidos.
Talvez o medo da morte não seja da morte em si, mas do esquecimento que ela pode provocar em nossos descendentes. No dia de finados o único dia do ano dedicado às lembranças dos que já se foram, ao visitar um cemitério no interior de Santa Tereza ES, pude constatar a diferenciação entre ricos e pobres até mesmo após a morte, há aqueles que fora enterrados em simples e outros em soberbas jazidas, e pude observar ainda que alguns possuíam muitas flores e outros nenhuma, refletindo o descaso de seus entes. Vi um senhor de aproximadamente 65 anos, que abeirava com muitas flores trazidas para serem colocadas em jazidas de familiares e amigos, mas o que me chamava atenção em sua visita, era o fato de ele depositar sobre as catacumbas de pessoas desconhecidas uma flor branca, denominada no Espirito Santo "copo de leite", ao coloca-las ele fazia uma prece num gesto simples más de grande nobreza que quebrava essa diferenciação os igualando. Entendi naquele momento que as tradições e costumes tem como filosofia a lealdade, a tradição de finados, nos é concebida para sermos leal a tudo que os mortos representaram. Quem morre deve continuar na memória dos que ainda vivem e mais, deve haver uma demonstração de que de fato sobrevivem por gerações, e se ainda em vida vemos essa demonstração de lealdade nos traquilizamos ao saber que depois da morte ainda seremos lembrados. De nada adianta as jazidas imponentes, quando a verdadeira riqueza esta na maneira como se vive.
sábado, 5 de julho de 2014
Redes Sociais.
Comunicação é tudo e a base dela é a informação. Através do comportamento físico e verbal podemos ter acesso a muito mais informação no que diz respeito aos sentimentos e emoções sobre o outro, pois durante a fala pode-se observar a expressão facial e corporal que nos dará (a quem houve) uma direção a quanto anda o estado emocional da pessoa ouvida sobre o determinado assunto tratado, desenvolvendo em quem ouve uma sensibilidade à percepção.
As redes sociais provocam uma degradação na comunicação e uma deterioração do tempo cada vez mais escasso, pois trata se de uma comunicação artificial no sentido de não se ter acesso ao que indica o ambiente. Pessoas se dizem estar apaixonadas por haver simplesmente troca de algumas mensagens online. Não se deve ignorar o que diz o olhar, os gestos, o cheiro, o ritmo dos batimentos cardíacos... sem isso tudo, frases postadas são interpretadas de maneira ambígua, o que temos são carinhas cujo significado é duvidoso, risos e gargalhadas que provavelmente são, educadamente forçadas. A exposição de pensamentos, fotos, musicas, viagens... prega felicidade o tempo todo e a todos menos talvez em particular á aquele que não esteja em seu melhor dia, além de remeterem a quem as posta uma vulnerabilidade. Nas postagens são fornecidas informações que podem ser usada contra quem as publicou, pois vários tipos de pessoas terão acesso as suas informações que muitas vezes são julgadas sem grande importância. Os humanos são seres egoístas e almejam para si o que acham ser o melhor, e o acesso à felicidade alheia em um momento onde as coisas não andam bem, causa frustração e baixa outo-estima, afetando seu estado emocional. A descrição nos resguarda e nos permite premeditar futuros problemas de relacionamento, a busca frenética por atenção e resposta não nos permite observar aspectos que qualificam a comunicação. Sinceridade é primordial em qualquer relacionamento e ela não se encaixa nessa artificialidade das redes sociais.
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